No decorrer da vida, esquecemo-nos de muitas coisas. Algumas, é melhor mesmo que esqueçamos, mas há aquelas que, se as esquecemos, estamos condenados a repetir os erros do passado.
Quando os filhos de Israel atravessaram o mar Vermelho, triunfantes sobre os egípcios pelo poder de Deus, receberam a festa da Páscoa. O objetivo explícito dessa festa
era ajudá-los a lembrar que Deus os tinha salvo da poderosa mão forte egípcia.
Assim, eles aprenderiam a confiar no Deus do céu, esperando dele a orientação e a providência.
Mas eles recusaram, e então uma geração imensa morreu no deserto! Eles murmuraram,
se rebelaram e pecaram repetidas vezes de modo que receberam a maldição de Deus e não
as suas bênçãos.
Estávamos perdidos no pecado, sem esperança e condenados à destruição eterna.
Mas Cristo deu sua vida por nós, para nos redimir. Mas será que sabemos devidamente que,
se esquecermos isso e vivermos como um mundano, estaremos crucificando-o e de novo
expondo-o à vergonha? Ou será que calcamos aos pés o Filho de Deus e profanamos o sangue
da aliança com o qual fomos santificados e ultrajamos o Espírito da graça?
Se esquecemos a maldição do pecado e o horrendo sacrifício que foi necessário para libertar o
homem desse pecado, estamos fadados a repetir esses pecados. Para evitar isso, devemos lembrar
a morte, o sepultamento e a ressurreição de nosso Senhor!
diante de nós. Ele não nos deu estátuas, cruzes, quadros, imagens ou qualquer coisa terrena,
mas nos providenciou uma simples participação do pão asmo(sem fermento) e da uva no primeiro dia
da semana. Mas a festa que ele nos proporciona está repleta de significado.
O pão que representa o corpo de Cristo é sem fermento, mostrando assim que devemos lutar para
viver acima do pecado. O sangue que foi necessário para a nossa purificação é bem retratado pelo fruto de uva.
A festa não faz apenas olharmos para trás, para o sacrifício dele, mas também nos leva a olhar para frente, com esperança.
Alguns textos Bíblicos que falam a respeito da ceia:
Êxodo 13
Lucas 22
Atos 20
Mateus 26
Marcos 14
1 Co 10; 11



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